Adoração – um compromisso, não uma guerra – parte 2

Mateus 15:1-12; Romanos 11:33-12:2

Pode haver uma expressão mais paradoxal do que guerras de adoração? E, no entanto, essa frase descreve adequadamente o que está acontecendo em muitas igrejas. Que trágico! O privilégio único de aprofundar nossa caminhada com Cristo através da adoração não é mais uma questão de compromisso, mas uma guerra feia. Certamente, isso deve entristecer o coração de Deus! Na tentativa de chegar a uma compreensão da adoração, é útil perceber que existe uma diferença entre a essência da adoração e a expressão da adoração.

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Essa mensagem faz parte da série “O despertar da igreja”

Nós não queremos admitir, mas a honestidade nos leva a encarar o fato de que a igreja se distanciou demais de suas amarras bíblicas …. E é na hora de voltar. É tempo de renovação.

Nesta série de 9 estudos: O Despertar da Igreja, um chamado urgente para uma nova reforma, vamos lidar com que estão bombardeando muitas igrejas:

  • Qual é a forma certa de adorar – corais ou hinos; jeans ou togas?
  • O que exerce mais influência: a igreja na cultura … ou a cultura na igreja?
  • A relevância e o entretenimento substituíram a reverência e a devoção bíblica?
  • A pregação da Palavra de Deus é tão importante assim?

Esta série funciona como um mapa baseado na Bíblia, que nos guia de volta aos fundamentos do que Jesus espera que a Igreja seja. E nos dá o encorajamento necessário para dar os primeiros passos.