Adoração – um compromisso, não uma guerra – parte 1

João 4:16-23; Atos 2:41-43

Cada um de nós vive sob um mestre tirânico, embora mal o conheçamos. Diariamente somos submetidos à tirania do urgente. Ele requer nosso tempo e atenção, nos força a adiar o que é realmente importante para outro dia. Só de vez em quando nos forçamos a desacelerar e pensar no preço que estamos pagando, em como permitimos que as circunstâncias e os outros controlem demais nossas vidas. Os ventos das expectativas e demandas de outras pessoas podem nos levar a um recife de frustração, deixando-nos tristes e desolados. Precisamos parar e reconsiderar o que é importante – como indivíduos e como igrejas. Quando o fizermos, descobriremos rapidamente que estamos perdendo o ingrediente essencial para o qual fomos feitos: adoração

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Essa mensagem faz parte da série “O despertar da igreja”

Nós não queremos admitir, mas a honestidade nos leva a encarar o fato de que a igreja se distanciou demais de suas amarras bíblicas …. E é na hora de voltar. É tempo de renovação.

Nesta série de 9 estudos: O Despertar da Igreja, um chamado urgente para uma nova reforma, vamos lidar com que estão bombardeando muitas igrejas:

  • Qual é a forma certa de adorar – corais ou hinos; jeans ou togas?
  • O que exerce mais influência: a igreja na cultura … ou a cultura na igreja?
  • A relevância e o entretenimento substituíram a reverência e a devoção bíblica?
  • A pregação da Palavra de Deus é tão importante assim?

Esta série funciona como um mapa baseado na Bíblia, que nos guia de volta aos fundamentos do que Jesus espera que a Igreja seja. E nos dá o encorajamento necessário para dar os primeiros passos.