Por motivos que talvez nunca venhamos a entender completamente, o Criador Todo Poderoso ama tanto as pessoas, que traçou um plano para salvá-las. Esse plano exigia que o Criador se tornasse um ser humano. Na pessoa do Filho, o Deus atemporal e todo poderoso voluntariamente deixou a eternidade e entrou no tempo para tornar-se um ser humano frágil.
O Criador tornou-se como a criatura para sofrer a mesma aflição que sofremos, para suportar as mesmas dores de cabeça, desapontamentos, lutas e tentações que nos afligem, para sofrer as mesmas injustiças que recaem sobre a existência humana, submetendo-se até mesmo às terríveis consequências do pecado.
De um modo ou de outro, cada vida é um palco no qual o drama de Nazaré é encenado. Sofremos, de maneira justa ou injusta, as consequências de um mundo inclinado a fazer o que é errado.
O mundo nos trata de maneira injusta e, frequentemente, respondemos cometendo nossos próprios atos injustos, contribuindo, desse modo, para o pecado do mundo. Então, de maneira coletiva ou individual, todos nós colhemos as terríveis consequências de escolhas pouco sábias e imorais. Que confusão!
Felizmente, Deus não nos deixou sofrer sozinhos. Em sua graça, ele voluntariamente se tornou um de nós na pessoa de Jesus. Ele fez isso com o objetivo de compartilhar nosso fardo!

autêntica, uvas, mãos
de graça, mão aberta
Charles R. Swindoll

Charles R. Swindoll tem dedicado a sua vida ao ensino preciso e prático da Palavra de Deus e sua aplicação. Desde 1998, atua como pastor-professor sênior na Stonebriar Community Church, igreja da...

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