Os norte-americanos não foram os inventores da ideia da liberdade. Embora tenhamos lutado guerras por causa dela, e tenhamos edificado monumentos em seu favor, ela não se originou com eles. Começou com Deus, lá no jardim do Éden, quando ele criou Adão e Eva. Deus os criou – e ele também criou você e a mim – para desfrutar dos prazeres e das responsabilidades da liberdade. Como?

  1.  Deus nos criou dotados de mente… para pensarmos com liberdade;
  2. Deus nos criou dotados de coração… para amarmos livremente;
  3. Deus nos criou dotados de vontade… para obedecermos livremente.
Deixe-me analisar esses três fatores de um ponto de vista estritamente humano. Ao nos criar segundo a sua imagem, Deus nos deu capacidades que não foram dadas a quaisquer outras formas de vida. Idealmente, ele nos fez para conhecê-lo, para amá-lo e obedecer-lhe.
Ele não colocou argolas em nossos narizes para que pudesse nos puxar ao redor, como se fôssemos bois, e nem nos criou com cordas permanentemente amarradas às mãos e pés, como se fôssemos marionetes para controlar e manipular cada movimento nosso. Que prazer ele teria no amor de uma marionete ou na obediência de um animal mudo?
Não! Ele nos deu liberdade para fazermos escolhas. Por sua graça, fomos equipados a compreender seu plano, porquanto temos uma mente com a qual podemos conhecê-lo. Também temos a liberdade de amá-lo e adorá-lo, porquanto temos emoções. Ele tem prazer em nossos afetos e em nossa devoção.
Podemos obedecer às suas instruções, mas não somos peões em um tabuleiro global de xadrez. É na espontaneidade voluntária de nossa resposta que ele encontra prazer divino. Quando seu povo responde livremente em adoração e louvor, obediência e adoração, Deus é glorificado ao máximo.

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Charles R. Swindoll

Charles R. Swindoll tem dedicado a sua vida ao ensino preciso e prático da Palavra de Deus e sua aplicação. Desde 1998, atua como pastor-professor sênior na Stonebriar Community Church, igreja da...

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